Síndrome de Lynch pode ser indicador de câncer ginecológico

A síndrome de Lynch é uma condição genética que faz com que o portador tenha maior risco de desenvolver câncer em algumas regiões do corpo, como no cólon, na bexiga, no ovário e no endométrio, que é o revestimento da parte interna do útero.

 

Diagnóstico e tratamento para síndrome de Lynch

Investigar o histórico de câncer de colorretal ou endometrial na família é o primeiro passo para detectar a síndrome Lynch, além de testes de tumor e testes genéticos. É recomendado que as mulheres portadoras da síndrome façam biópsia endometrial uma por ano a partir dos 30 anos.

As opções de tratamento podem variar, conforme o estágio e localização do câncer, e estado de saúde da paciente, mas a cirurgia (histerectomia), radio e quimioterapia fazem podem fazer parte do procedimento.


Síndrome de Lynch e câncer de endométrio

Embora nem todas as mulheres com câncer de endométrio tenham síndrome de Lynch, a doença é muito comum para portadoras da condição. Exames de triagem em mulheres com câncer de endométrio são importantes para a detecção precoce da doença além de rasteio de uma possível a extensão do tumor, que pode afetar outras regiões do organismo, como por exemplo, o colo do útero.

 

Câncer do endométrio e câncer de colo de útero

O estadiamento de um câncer significa que o tumor se espalhou para outras regiões. No caso do câncer endometrial, o avanço pode se dar de três formas: através do sistema linfático ou do sangue (quanto afeta outras partes do corpo); ou através dos tecidos (quando afeta regiões próximas ao foco inicial do tumor). No último do caso, o câncer de endométrio pode invadir o colo de útero.

Quando o câncer atinge as glândulas do colo do útero, o tratamento indicado pode ser radioterapia ou cirurgia (que pode ser desde de uma pequena retirada de tecido, até uma histerectomia total), seguido de radioterapia.

 

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Referências

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